SOFT SKILLS – HABILIDADES QUE FAZEM A DIFERENÇA

Soft Skills

Quais competências o mercado de trabalho vai valorizar no Pós-pandemia?

Muito tem se falado no pós – pandemia. O Pós-pandemia chegou!!!!!

Temos lido notícias de que o mercado de trabalho realmente mudou.

Com a necessidade de se implantar o home office, muitas pessoas se adaptaram e agora preferem essa modalidade de trabalho.

Alguns estão chegando ao ponto de pedir demissão do emprego atual, que está desativando o home office por causa da retomada do trabalho presencial.

Essas pessoas não concordam e simplesmente preparam sua carta de demissão e vão em busca de outro emprego.

Soma-se a essa realidade uma turbulência internacional provocada em parte ainda pela pandemia do COVID-19 e por causa da Guerra Entre Rússia e Ucrânia.

Essa tensão tem trazido de volta a inflação, o mundo está tenso temendo uma 3ª Guerra Mundial e as incertezas vão por aí, só para citar as mais conhecidas.

Nesse cenário precisamos tocar a vida e trabalhar. Não adianta desanimar. Precisamos é entender o que o mercado está buscando de seus profissionais.

Algumas coisas serão mais valorizadas pelo mercado de trabalho.

Avalio que entre elas estão as SOFT SKILLS.

Mas afinal o que são as Soft Skills:

Podemos dizer que as soft skills são habilidades que o rh das empresas considera habilidade comportamentais, que são de certa forma subjetivas, mas que estão ligadas a emoções, a comunicação, a resolução de problemas.

Essas capacidades também nos ajudam a ter melhores relacionamentos no trabalho e no atendimento ao nosso cliente, parceiro e fornecedores.

De certa forma agrega valor ao nosso trabalho e é um diferencial no mercado de trabalho.

Penso que necessitamos ter desenvolvidas principalmente as habilidades:

– RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS COMPLEXOS

– HABILIDADE MATEMÁTICA E RACIOCÍNIO LÓGICO

– HABILIDADE COMPUTACIONAL

– INTELIGÊNCIA EMOCIONAL (INTELIGÊNCIA INTRAPESSOAL E INTELIGÊNCIA INTER-PESSOAL)

– COMUNICAÇÃO

– CRIATIVIDADE

– RESILIÊNCIA

E você já refletiu como andam suas habilidades soft skills

Saiba mais sobre o tema em um vídeo que publiquei no Canal ArnaldoSantos.

Destaque-se no mercado de trabalho.

Te vejo na próxima postagem.

Qual a melhor forma de aprender um conteúdo novo?

Os desafios da Aprendizagem

Tenho acompanhado a questão educacional nesse período de retomada das aulas, no pós-pandemia, e muito tem me preocupado a forma de tratamento da educação como um todo.

Acreditava-se que a pandemia seria algo passageiro, com sua resolução em questão de meses.

Já estamos completamos mais de 2 anos desde o surgimento dos primeiros caso da China, e ainda não existe uma solução definitiva.

A própria China vê agora um surto de COVID-19 em algumas de suas grandes cidades. Estão com um programa de tolerância zero para a COVID-19. Ou seja, continua uma incerteza muito grande sobre quais rumos da pandemia.

Em nosso país, vemos a retomada das aulas presencias nas escolas públicas e privadas, após longo período em que as aulas estavam quase que exclusivamente em Aula On Line.

Apesar do Ministro decretar o fim da Emergência Sanitária, os cuidados no pais continuam.

Estudiosos apontam que nesse período em que os alunos ficaram distantes das salas de aula, uma das consequências foi o atraso na aprendizagem.

Os recursos tecnológicos e metodologias de ensino não foram suficientes para garantir o mínimo de aprendizagem do nosso aluno.

Uma das consequências dessa forma de se lecionar com mediação da tecnologia, foi o elevado índice de evasão escolar em nosso pais.

Vários foram os motivos alegados para o abandono das aulas.

Da falta de recursos materiais e técnicos, como uma internet de baixa qualidade, a falta de equipamentos (computadores, celulares, tablets) para assistir as aulas à distância , até questões como baixa compreensão do conteúdo explicado, falta de apoio famíliar, falta de concentração e foco.

Diante desse cenário de reconstrução da educação, como o problema deve ser atacado?

Gestores educacionais, especialistas em psicopedagogia, estudiosos das metodologias educacionais buscam encontrar meios de trazer os alunos de volta para a sala de aula, com motivação, empenho e dedicação.

Não é uma tarefa fácil, requer um esforço de todas as esferas de poder para que a credibilidade no sistema educacional seja resgatada.

Há de se levar em consideração o tempo de aprendizagem de cada aluno, a maneira como eles aprendem, os recursos educacionais disponíveis e a valorização dos professores.

Acredito que nessa heróica tarefa, não pode ser deixado de lado a maneira que o indivíduo assimila o conteúdo exposto, seja ele auditivo, visual ou cinestésico.

Entender essas particularidades auxiliará o educador na elaboração da sua aula, do seu material de apoio e na dinâmica que implementará nas aulas presenciais.

A preparação dessa aula passará pela elaboração do material didático compatível com a turma que lecionará.

Deverá levar em conta que muitos alunos compreendem melhor aulas expositivas com auxílio de podcast, de músicas, de leitura em voz alta, pois são alunos com características auditivas como ponto forte na hora de aprender.

Esse aluno terá no campo auditivo, na trilha auditiva, a compreensão do conteúdo.

Terão lembranças de ítens como a voz, do ruído, o refrão para resolver exercícios que envolvam esse conteúdo ministrado.

Outra parte da aula poderá ser dedicada a ilustrar visualmente o conteúdo exposto, seja em infográficos, seja em mapas ou fotos daquilo que será exposto.

O aluno recorrerá à sua memória visual para se lembrar do que foi exposto, tendo inclusive clareza de aspectos abordados que ser reproduzido em sua mente na forma de um mapa mental, uma trilha lógica construída em seu cérebro para dar significado prático aos que aprendeu.

Por fim a aula poderá ter espaço para atividades práticas a respeito do que foi explicado, para que aqueles alunos que tenham destacada a forma de aprender pelo cinestésico possam ter a visão do todo que foi aprendido.

Problemas, charadas, dinâmicas, feiras, oficinas e outras atividades que possam contemplar o aprendizado cinestésico.

Nessa linha de recuperação do conteúdo defasado, o ideal seria que a aula pudesse mesclar elementos que oferecem oportunidade de aprendizado para as diferentes formas que o aluno pode aprender.

Porém é sabido da limitação de recursos do sistema educacional, e torna-se necessário encontrar uma solução criativa para que esse sonho de recuperação da aprendizagem defasada se torne realidade e nossos alunos possam retomar o curso normal de sua formação, nos diferentes níveis da educação: Fundamental, básica, profissionalizante, sem falar no ensino superior.

Gostou do tema?

Tem sugestões?

Gostaria de dar uma opinião ou crítica?

Agradeço ter prestigiado até aqui um tema tão importante como a retomada da educação em nosso país!

SAÚDE MENTAL E A BUSCA DO TRABALHO PELA JUVENTUDE

O trabalho tem papel importante na vida do indivíduo. É por meio dele que as pessoas conquistam seu espaço, seu status social.

Trabalhar significa dar utilidade e valor ao subjetivo do indivíduo.

Desde cedo é incutido na educação da criança a necessidade de escolher uma profissão, uma carreira. Era muito comum os pais e pessoas do convívio da família chegar na criança e perguntar: O que você quer ser quando crescer?

Para muitas famílias a necessidade de se obter o sustento faz com que as crianças interrompam o período da infância, deixem de brincar e de estudar para trabalhar e ajudar no orçamento familiar!

Eu mesmo comecei a trabalhar com 14 anos em um emprego que meu pai me arrumou. Aprendi a ter responsabilidade, comecei numa profissão e dividi meu tempo com a escola, o trabalho e o convívio familiar. Sou muito grato a meu pai por ter me ajudado nessa fase tão importante da vida. Conheci outras pessoas que me incentivavam a aprender cada vez mais a profissão.

Porisso, quando vejo a dificuldade atual que o jovem tem em iniciar sua vida profissional, busco maneiras de ajudar e apoiar.

Quando se chega na fase adulta, o trabalho já está incorporado na vida do jovem, seja como estagiário, jovem aprendiz ou empregado registrado.

Toda essa responsabilidade, que começa cedo para muitos jovens, faz com que exista a necessidade da divisão do foco, do tempo entre estudo e trabalho.

Para outros, apesar da necessidade, a rotina escola/trabalho demora a iniciar, principalmente em razão da falta de oportunidades gerada pelas crises econômicas, e, também pela baixa qualificação.

Toda essa necessidade de ser inserido no mercado de trabalho traz no jovem algumas consequências para o seu psicológico.

A pressão por resultados, a necessidade de ajudar financeiramente os pais, a dupla jornada, a pouca experiência. Esses fatores trazem efeitos colaterais como estresse, angústia, transtorno bipolar. Por vezes trazem também o começo do uso de substâncias lícitas e ilícitas para suportar essa carga emocional, utilizado como uma fuga, como um pedido silencioso de ajuda, de socorro não escutado, não atendido!!!

Cabe às partes envolvidas ajudarem esses jovens. O papel da família, escola, empresa precisa ser de apoio e compreensão, de escuta das necessidades e angústias pelas quais está passando!!!

A família precisa dar o apoio emocional e fraterno durante conversas, desabafos e crises! A escola precisa acompanhar por intermédio do professor, do supervisor de estágio e de setores de apoio psicológico, o processo de ensino aprendizagem. A empresa precisa dar suporte por meio do RH, do gestor e de Coach/Mentor no direcionamento da carreira e ajustes comportamentais ou emocionais.

Com essa “rede” o jovem poderá desempenhar melhor suas tarefas, aprender os processos envolvidos em sua profissão e desenvolver relacionamentos saudáveis e duradouros no ambiente de trabalho. Cabe lembrar que essa proteção ou apoio dará a sustentação e confiança necessárias para o crescimento pessoal, profissional e consequente amadurecimento do jovem profissional.

Tenho visto ao longo de minha carreira talentos desperdiçados por não terem esse apoio, tão necessário nesse momento profissional. Percebi que começaram a se desiludir com a profissão, com a falta de reconhecimento e valorização, bem como da orientação para superar dificuldades e obstáculos próprios da carreira que escolheram. Muitos outros começaram a desenvolver estresse, problemas de relacionamento, envolver-se em conflitos, acabaram desistindo da profissão.

Todos sabemos que a empresa, quando avalia um profissional que não entrega resultados, que começa a ter problemas disciplinares, apresentar desmotivação, acaba por rescindir o contrato.

De volta para o mercado de trabalho, o jovem sem trabalho ou estágio, com contas para pagar, pressionado pelos familiares para encontrar um novo emprego, fica perdido, desanimado, desmotivado. Esse ciclo de baixa, acaba o impedindo de bons resultados em processos seletivos, pois seu desempenho fica comprometido pela baixa autoestima e insegurança, entre outros fatores.

Conscientizar a necessidade da sociedade também apoiar nossos jovens! Alertar sobre o estresse, depressão, ansiedade generalizada, Síndrome de Bournout. Essa conscientização ajudará a todos entender sobre a importância da Saúde Mental!

Certamente teremos um ganho! Penso que a juventude é a certeza da renovação nas empresas, da continuidade da sociedade, de uma nova energia e entusiasmo nos ambientes sociais e profissionais. Todos ganham – jovens, família, escolas, empresas.

No mais fico por aqui, convidando vocês a visitar nossas redes sociais, compartilhar nossos conteúdos e informações, acompanhar meus conteúdos sobre temas ligados a psicologia, coach, empreendedorismo.

Professor Arnaldo Pereira dos Santos

Psicólogo

PROGRAMA DE ESTÁGIO – SAIBA MAIS

O início do ano é tradicionalmente o período de maior oferta de vagas de estágios nas empresas.

O início do ano letivo favorece em razão da necessidade dos alunos cumprirem seus estágios obrigatórios e também a abertura de vagas para estágios extracurriculares.

No Brasil a atividade de estágio é regulamentada pela lei número 11.788, de 25/09/2008 que prevê direitos e obrigações para os estagiários e para as empresas que recebem estagiários!

O processo pedagógico é enriquecido pelos estágios, principalmente para complementar o aprendizado teórico do aluno. No estágio, o estudante tem a oportunidade de associar teoria e prática, aplicando conceitos vistos em sala de aula, na execução de suas tarefas.

Para que esse aprendizado seja rico, desafiador e gratificante é aconselhável que a empresa crie um ambiente adequado de aprendizagem, deslocando profissionais experientes, com bom relacionamento interpessoal e didática para transmitir ao estagiário confiança e competência.

Do lado da escola, da universidade a formatação dos conteúdos dos cursos necessita estar alinhada com as necessidades de mercado, para suprir o aluno de conhecimento suficiente para chegar no estágio capacitado a compreender as orientações práticas. É desejável a harmonia entre esses conteúdos, sob pena do estudante não conseguir fazer a associação necessária, não atingindo assim o desempenho esperado pela empresa.

A lei do estágio tipifica com clareza as condições necessárias para ser considerado estagiário, definindo deveres e direitos de ambas as partes.

Cabe aqui a explicação de que o estagiário não possui qualquer vínculo empregatício com a empresa que oferece o estágio, e em razão disso o estagiário não tem direitos trabalhistas e a empresa não paga os encargos sociais. No estágio extracurricular pode ser definido um valor de bolsa – auxílio para o estagiário.

Já que estamos abordando essa questão, descrevo algumas das características legais do estágio, para que com maior clareza e informação, seja evitada expectativas que não podem ser atendidas pela lei do estagiário:

A – Firmar termo de compromisso de estágio, definindo as condições que o estágio será realizado;

B – Indicar funcionário de seu quadro de pessoal, capacitado para supervisionar as atividades definidas para o estagiário;

C – Contratar seguro de vida e acidentes pessoais, com valores de mercado, devidamente especificado no termo de compromisso de estágio;

D – Enviar para a instituição de ensino relatório de atividades desenvolvidas pelo estagiário;

Em razão dos programas de estágio ser bem atraentes, determinadas empresas quando abrem seus processos seletivos para estagiário, possuem uma relação candidato/vaga comparável a grandes universidades públicas do país, com algumas chegando à relação de 200 candidatos por vaga.

Em seus processos seletivos são várias as etapas seletivas:

– Cadastramento do estagiário no site de empresa;

– Análise curricular;

– Provas práticas;

– Testes psicológicos;

– Dinâmica de grupo;

– Elaboração de projeto ou plano de negócios;

– Entrevista com o RH;

– Entrevista com o Gestor.

O resultado, a aprovação do candidato, é muitas vezes comemorado como a conquista de um troféu, de um campeonato.

Para aqueles estagiários que chegaram num nível de excelência desejado ou superado pela empresa, a possibilidade de efetivação na empresa é outro atrativo. Muitas delas tem um plano de carreira que contempla a possibilidade do estagiário chegar a cargos de gestão e de destaque na estrutura organizacional.

E você estudante? Já conseguiu seu estágio nesse ano?

E você que já foi estagiário? Já foi efetivado na empresa e está aproveitando o plano de carreira oferecido pela empresa?

Você que se interessou pelo assunto recomendo que leia com atenção a legislação pertinente a estágio, e também assista meu vídeo no meu Canal no Youtube, onde abordo mais detalhadamente a lei do estágio com características, direitos e deveres.

Te desejo sucesso em seus novos desafios!

Arnaldo Pereira dos Santos

Psicólogo

Estou formado, e agora?

Qual curso devo fazer agora que me formei?

Com novembro terminando, chega ao fim para muitos estudantes um ciclo educacional!

É a tão esperada e sonhada formatura. Seja no ciclo básico, secundário ou na universidade, esse é um momento mágico.

Caderno de recordações com depoimentos de seus amigos, fotos da turma tirada em sala de aula. Bailes pró-formatura (agora num pode que estamos em pandemia) é maravilhosa toda essa expectativa.

Para muitos alunos as avaliações, projetos, trabalhos, atividades já estão finalizando.

As aulas já são apresentadas em forma de despedida.

Ahh por falar nisso nesse final de novembro dei uma palestra on line e a aula começou com um emocionante depoimento da professora para a sua turma!

Vários alunos pediram a palavra e elogiaram muito a professora. Disseram que ficará na memória os ensinamentos da professora e a lembrança da maravilhosa pessoa humana que é!!

Se despediram de forma emocionada e emocionante!

O carinho mútuo foi nítido!!!

E esse fim de ciclo deixa para muitos a dúvida do que fazer daqui por diante.

Quando se está no ciclo fundamental, a preocupação dos pais é na continuidade dos estudos na própria escola, ou quando não tem a oferta do curso desejado, a mudança de escola é inevitável.

Já no ensino médio e superior, muitas dúvidas surgem no formando.

O que vou fazer agora?

Vou me matricular num curso técnico?

Vou me matricular numa faculdade?

Devo procurar um emprego e deixar os estudos para mais tarde?

Como professor tenho experiência nessa questão! Como já passei por isso, fico à vontade para falar!

No meu caso específico, ao terminar o ensino médio preferi iniciar minha vida profissional e somente depois de empregado, com dois anos de empresa, ingressei no curso de administração.

Terminada a graduação em administração engatei a Pós-Graduação em Administração de Recursos Humanos.

Já trabalhava na área e era importante ter essa pós-graduação para o meu desenvolvimento profissional.

O curso de Psicologia surgiu 3 anos depois.

Estava casado, tinha trocado de emprego e na nova empresa, novo cargo, vi na Psicologia uma oportunidade de ingressar na área de Recrutamento e Seleção, que sempre foi meu sonho.

Tive muitas dificuldades, mensalidades atrasadas, uma DP numa matéria que não me lembro, meu filho nasceu durante a realização do curso de psicologia.

Ufahhh, mas consegui!!!!

Porisso quando chega essa época onde o ano letivo está terminando, penso muito nessa alegria que o estudante tem em se formar, em concluir esse importante ciclo da vida.

Sei o quanto é difícil, cansativo, exaustivo a longa caminhada até a formatura.

E quando o formando vem e me pergunta o que deve fazer daqui para frente, depois de formado, devolvo com uma outra pergunta:

-E agora que você se formou, conquistou seu objetivo, seu sonho, qual novo sonho que você tem? Ele está alinhado a seu propósito de vida?

Sabe, penso que precisa de um novo objetivo, não deve seguir um modismo, uma determinação de alguém.

Tem que seguir seu coração!!

Já conversei com ex-aluno que o sonho era realizar um intercâmbio no exterior!

Hoje esse meu ex-aluno mora na Irlanda, está feliz!

Encontrou sua felicidade lá!

Um outro ex-aluno me perguntou o que achava da carreira acadêmica!

Mostrei as vantagens e desvantagens da carreira docente!

Mostrei o caminho, as instituições que ofereciam pós-graduação, mestrado, doutorado! Esse meu ex-aluno agora é professor numa instituição de ensino superior!

Teve um aluno que no final do semestre, ao término do curso, me perguntou sobre o curso de psicologia.

O que eu achava, quais vantagens, qual carreira poderia ter numa empresa. Mostrei as vantagens da área de recursos humanos.

O rapaz ficou de avaliar se era melhor 5 anos de psicologia ou um curso de Tecnologia em Recursos Humanos!

Você percebe a importância que tem o final de um curso, uma formatura na vida do ex-aluno?

E esse término de ciclo ganha uma importância maior agora nesse momento de incerteza provocado pela pandemia!

O formando fica inseguro e preocupado com o futuro da sua carreira!

E fica mesmo aquela dúvida martelando na cabeça: – Me formei, e agora?

Vou finalizando por aqui com parabéns a todos que nesse início de dezembro finalizarão seus cursos e conquistarão a tão sonhada formatura.

Parabéns!

Só posso dizer que vocês são vencedores.

Muitos ficaram pelo meio do caminho.

E você chegou.!!!

Só posso te dizer: “Siga em frente!”

Gostou do tema, tem uma história para contar da sua trajetória no seu curso? Escreve para mim deixa seu depoimento.

Acompanhe meu trabalho pelas redes sociais!

Um forte abraço

Arnaldo Pereira dos Santos

Psicólogo e Coach

A pandemia e as perspectivas de aprendizagem

A pandemia da COVID-19 fez os professores se reinventar para poder dar aula Ao Vivo On Line

O momento atual é de muita reflexão a respeito das consequências da paralização das aulas presenciais, em razão da pandemia do COVID-19.

O modelo de aula presencial que imperou até março de 2020 previa salas de aulas com numerosos alunos, lousa, recursos didáticos e um professor.

Nesse modelo o professor era o centro das atenções, protagonista, detentor do saber.

Podemos ilustrar várias salas de aula pelo Brasil afora, que mesmo com recursos tecnológicos que favoreciam o compartilhamento de aprendizado, que estimulavam a participação do aluno, o professor continuava como mediador desse aprendizado.

Estratégias como as metodologias ativas, o aprendizado colaborativo, buscavam tornar o aluno protagonista, um agente de aprendizagem também.

A sala de aula começou a transformar-se num local de troca de experiências, de aprendizado. O professor nesse novo papel, mediava essa relação e buscava torná-la produtiva, estimulante e desafiadora.

Pude observar ao longo dos últimos anos o avanço dessa transformação. Junto conosco professores, os recursos tecnológicos estavam entrando em sala de aula.

Cabe meu depoimento sobre o tema central para que eu fale um pouco a respeito da minha história.

Quando fui aluno do ensino superior na década de 1980 não existia celular, internet, mecanismos de busca, redes sociais.

Na década de 1980 nem se imaginava sobre essas questões e equipamentos no nosso pais.

Quando eu preparava meu trabalho acadêmico, ia até a biblioteca da faculdade ou em outra biblioteca da cidade de São Paulo, escolhia os livros que me interessava e transcrevia trechos de textos que tinham relação com minha pesquisa.

Quando precisava ampliar meu conhecimento sobre determinado assunto eu lia um livro, comprava uma apostila ou tirava copia do capítulo que me interessava.

Feitas as considerações, o meu “parênteses” sobre assunto, na sala de aula que lecionei ultimamente tinham pelo menos 32 computadores, Datashow e internet disponível para acesso dos alunos via celular.

Quer dizer, estamos falando de uma evolução que acompanhei por cerca de 35 anos. E para mim tudo isso é espantoso, pois significa mais recursos de apoio à aprendizagem de nossos alunos do ensino superior.

Não estou aqui entrando no mérito de ensino fundamental e médio, que certamente estão num outro momento dessa evolução.

Tenho percebido que mesmo com o aumento da tecnologia disponível para aprendizagem de nossos alunos, os resultados deixavam um pouco a desejar.

A possibilidade de consultar os mecanismos de busca para obter respostas, a questão de que quaisquer assuntos tratados em sala de aula em segundos poderiam ser checados, confrontados na internet, ao invés de estimular o aluno a aprender, estava o tornando displicente, acomodado e dependente da tecnologia para obter a informação.

Durante as aulas percebia que poucos tinham a curiosidade de checar a informação, de obter outras fontes para comparar os resultados. Nas questões ligadas a cálculos, tudo era resolvido com calculadoras, aplicativos, sistemas informatizados.

Lecionei matérias de aplicação prática como cálculos trabalhistas, custo de folha de pagamento.

Quando ia detalhar os cálculos e explicar sua importância, era frequente algum aluno fazer a seguinte pergunta:

 – Professor para que o  senhor está ensinando isso se a internet já fornece os cálculos prontos, de forma rápida, segura e confiável?

Quando escutava essa pergunta fazia uma breve avaliação da resposta que ia dar, mas antes meu pensamento dizia:

– Puxa vida, será que todos os anos que trabalhei executando esses cálculos foram em vão? Será que o trabalho que realizei será totalmente substituído por sistemas inteligentes de folha de pagamento? Será que o aluno está certo e esse ensinamento tornou-se obsoleto e descartável?

Bom, depois de todas essas reflexões eu respondia:

– O funcionário que tem dúvida de seu holerite de pagamento, não vai tirar a dúvida com a máquina.

Vai tirar com você?

Você sabe explicar o holerite de pagamento para seu funcionário?

A minha resposta normalmente deixava o aluno em silencio, pois certamente ele temia que eu pedisse para que ele explicasse a resolução do cálculo na lousa. E infelizmente ele não sabia explicar mesmo!

E eu seguia em frente com minha aula, para quem tinha interesse, para quem tinha dúvidas, para quem queria aproveitar ao máximo o conhecimento que eu tinha sobre o tema, e certamente aumentar seu conhecimento e buscar desenvolver-se na área, para concorrer a vaga de emprego, numa das áreas que mais tem oportunidades de emprego e bons salários.

Querido leitor, toda essa explicação e relato para te dar a dimensão de uma aula, um tema que abordei em sala de aula e que teve uma adesão mediana, satisfatória e que pude atuar para aumentar o engajamento e participação na aula.

Nesse semestre me deparei com esse problema nas aulas ao vivo e on line. Agora você imagina eu explicando esse mesmo tema pelo celular, distante, falando de coisas complexas e de difícil compreensão!

Tive poucos meses de experiência nessa transição. Lecionei somente por um semestre as aulas ao vivo e on line.

Tive essa dificuldade que te relatei, e pior, tive nas 4 salas que lecionei.

Precisei me reinventar para criar uma solução diferente para cada sala. Precisei em algumas dessas salas utilizar 2, 3 datas para explicar o que numa sala presencial conseguiria fazer em uma aula.

Agora fico pensando: Como os professores pelo Brasil afora estão lidando com o ensino on line ao vivo. Como os alunos estão assimilando assuntos de diferentes complexidades? Como os alunos estão mantendo seu nível de motivação e engajamento para superar essas dificuldades todas?

São muitas as dúvidas, é algo muito novo, está em construção!

As partes envolvidas estão aprendendo a lidar com tudo isso!

Tomando como parâmetro o momento atual, onde o semestre letivo de 2020 está encerrando, onde pandemia no Brasil está com cerca de 160 mil mortos, onde as eleições para prefeitos e vereadores estão para ocorrer.

O pronunciamento recente do MEC aponta que as aulas ao vivo e on line estão equiparadas ao ensino presencial e podem ser aplicadas até fim de 2021, o que esperar da aprendizagem nesse momento de pandemia?

Sinceramente eu não tenho essas respostas, mas como profissional da educação tenho muitas dúvidas sobre o cenário da educação nos próximos anos.

Gostou do tema, tem as mesmas dúvidas que eu, quer participar do debate sobre esse tema?

Comente, compartilhe, tire suas dúvidas. Sua participação pode ajudar a construir uma educação pós pandemia mais participativa e adequada a sua realidade.

Arnaldo Pereira dos Santos

Psicólogo

Formação Continuada e o pós – pandemia

Recentemente participei de um curso gratuíto promovido pelo PUCRS ministrado por uma dupla de profissionais do mais alto gabarito, Leandro Karnal e Maria Luiza Trajano! Os dois dispensam comentários, são ícones na area que atuam!

O curso foi on line e teve o conteúdo ministrado por vídeoaulas, uma tendência que veio para ficar, quando tudo passar.

Achei muito interessante a abordagem sobre as tendências pós pandemia! Me chamou a atenção quando foi tratado a questão da Formação Continuada!

Em muitas aulas que lecionei para diversos cursos na Universidade, tratei desse tema, mas principalmente como sendo um diferencial competitivo, um destaque que o profissional poderia ter em suas qualificações.

Porém os dados trazidos, e também pesquisas que fiz posteriormente, textos que tenho lido nas redes sociais, artigos publicados em renomadas revistas, mostram que essa questão, a Formação Continuada, será uma espécie de pré-requisito para que a carreira do profissional seja bem-sucedida.

Se antes essa formação continuada poderia abranger cursos de uma trilha do conhecimento de uma mesma área, por exemplo finanças, agora essa formação pode ser diversificada, variada, envolvendo vários saberes, vários campos do conhecimento.

A nova linha do pensamento para a continuação dos estudos pode ser ampla, abrangente, direcionada aos interesses do indivíduo, e não somente a tarefa que realiza, o cargo que ocupa.

Podemos por exemplo ter um indivíduo que trabalha na área da saúde, tem interesse e habilidades de gestão e gosta muito de fotografia e vídeos!

Com a questão do pós pandemia esse indivíduo pode vir a fazer uma pós graduação em Gestão Hospitalar, cursos livres de fotografia, edição de fotos, aperfeiçoamente na utilização de cameras fotográficas. Indo além, esse profissional pode gravar vídeos sobre cuidados com a saúde, autocuidado, cuido com jovens e adolescentes, enfim essa trilha fica rica, intensa, diversificada, voltada para o desenvovimento holístico do indivíduo.

Isso é uma quebra de paradigma, pois a visão anterior compartilhava, aprofundava um determinado conhecimento. A atual, pelo contrário, mostra que o indivíduo pode ter um desenvolvimento abrangendo novas capacidades, novas competências, que podem ser transversais, complementares, interligadas.

Acredito que ao estimular a Formação Continuada ligada aos interesses do indivíduo, isso poderá animar, motivar, desenvolver melhor o indivíduo.

Será inegável o estímulo a outras áreas do cerebro, aumentar a inteligência emocional, favorecer o aprendizado colaborativo, tornar os ganhos de aprendizagem ainda mais potencializados!

Eu mesmo com a questão de atuar com a área da saúde, educação, gestão, vejo possibilidades de aprender em atividades que gosto muito como viagens, jardinagem, gastronomia informática. Gostei muito das dicas e das pesquisas que realizei!

Se antes já era um entusiasta da formação continuada, pretendo me capacitar cada vez mais, investindo no desenvolvimento de novas capacidades e competências!

Gostou do assunto, quer se desenvolver na sua área e em outras que tem interesse, deixe seu comentário, sugestão e opinião!

Arnaldo Pereira dos Santos

Psicólogo e Profissional de Recursos Humanos

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PROCESSOS DE APRENDIZAGEM NO ENSINO À DISTÂNCIA

Expansão do Ensino à Distância

Como melhorar o desempenho no aprendizado na modalidade de ensino à distância?

Acredito que essa pergunta é uma das mais comuns entre os estudantes que em razão da pandemia COVID-19 começaram a ter suas aulas ao vivo ou em videoaulas!

Vejo muitos alunos com dificuldade para se organizar nos estudos com a mudança para aulas On line.

O estudante precisa tomar algumas providências para elevar seu desempenho educacional e compreender melhor as aulas a distância.

Algumas questões e dicas eu abordei anteriormente, sobre as formas de aprendizagem (a aprendizagem auditiva, aprendizagem cinestésica e aprendizagem visual). Porém acredito que precisam ser complementadas para potencializar o aprendizado e aumentar a retenção da informação e transformação dela em conhecimento para o aluno.

Começo lembrando que diante dos recursos e ferramentas que temos hoje para a transmissão de aulas ao vivo e on line, o conteúdo ficou muito parecido com o presencial. Os equipamentos e sistemas disponíveis proporcionam uma interatividade do aluno com o professor. Ao vivo ele pode perguntar pelo chat, ou mesmo  solicitar a permissão para utilizar o microfone e falar com o professor, expressar sua opinião sobre o tema da aula, dúvidas em relação à explicação, entre outras interações.

Portanto as aulas ao vivo, e também as gravadas, são excelentes alternativas à quarentena, que suspendeu as aulas presenciais, até terminar o período de quarentena.

Pela experiência que acumulei na área da psicologia e da educação, sugiro algumas medidas complementares, que bem executadas, poderão melhorar a retenção das informações transmitidas pelas aulas à distância.

Destaco a seguir minhas sugestões que podem ajudar nas aulas ministradas à distância para aumentar a retenção de informação e transformar em aprendizado:

– Treinamento de habilidades matemáticas e de raciocínio lógico;

– Elaboração diagramas, mapas mentais, mapas conceituais, esquemas visuais com setas, símbolos, cores. Indicação de direção e fluxo do que está sendo aprendido, com a finalidade de entender conceitos teóricos;

– Modelos visuais com cartazes, desenhos, fotos, símbolos para que se estabeleça associações, diferenciações e generalizações de aprendizado;

– Buscar livros ou sites sobre o tema estudado, que conte por meio de estórias. A técnica de contar estórias, “cases”, jornada do herói,  ajuda a fixar lembranças sobre o tema. Nesse contexto também funcionam bem os filmes e seriados;

– Utilização de papel rascunho, post-it, para interpretar a atividade, a tarefa, as regras do jogo;

– Lista de exercício para resolução de problemas! A repetição de exercícios complexos ativa a criação do mapa mental individual de aprendizado;

– Leitura em voz alta para quem retém a informação pela capacidade auditiva, melhorando as informações daquilo que está lendo. Associa duas modalidades de aprendizado. A visual composta pelas palavras, pelas expressões verbais, as fórmulas, os esquemas. A auditiva, que funciona como um gravador das orientações expressadas pelos próprios alunos

– Quebra-cabeças, peças numeradas, que proporcionam juntar as partes, formando um todo. Nesse caso, uma providência cinestésica. Desenvolve a habilidade sensório-motora. Os elementos visuais como forma e cor, identificam as peças que se encaixam, que se completam.

– Gameficação, onde a utilização de jogos de aprendizagem, da participação em competições, motiva o aluno. Motivado ele passa a se interessar em ler, resolver exercícios e participar ativamente da aula. Torna a aula desafiadora e interessante.

Espero que com essas dicas você consiga:

  • Organizar melhor seus estudos;
  • Aumentar o interesse pelas aulas à distância;
  • Preparar-se melhor para assistir as aulas à distância;
  • Compreenda melhor o conteúdo das aulas;
  • Aplique os conhecimentos adquiridos na sua vida cotidiana

Como professor, Eu acredito que esse é um dos maiores desafios nesse  momento implantação de ensino à distância para milhares de alunos que não tiveram experiências anteriores com essa modalidade de ensino.

Acompanhe meu trabalho nas redes sociais!

Professor Arnaldo Pereira dos Santos

Psicólogo e Coach